terça-feira, 9 de junho de 2009

Tô sem rivotril.

Eu nunca estou necessariamente sempre sozinho. Mas sei muito bem o que é o andar solitário entre as gentes. Não preciso necessariamente também estar me sentindo sozinho, há várias outras razões pra uma pessoa exibir uma feição de Juliette Binoche em A Liberdade é Azul. Mas é quase impossível pensar na palavra melancolia e não associá-la à solidão. Enfim, sou um sujeito que, mesmo nos momentos de maior euforia, deixo escapar, entre sinceras risadas, um vago olhar triste de quem tem a impressão de que la vitta não é tão dolce. Nessas horas, após destilar meu sarcasmo e ironia em tiradas que quase ninguém entende, sempre procuro um canto de sofá, varanda ou sacada onde possa pensar um pouco na vida, contemplando o horizonte interno da minha alma dilacerada. Dramático demais ? Pois pra mim a vida é assim. Vivo num seriado lacrimoso da Sony ou num filme do Kieslowski - depende do estágio cultural de melancolia em que me encontro. E em meus tímpanos sempre ecoam algumas notas de Belle and Sebastian, Jeff Buckley, Radiohead, R.E.M., Portishead, Edith Piaf e árias de Puccini. Não importa o estilo de música. O que eu quero mesmo é segurar o choro mesmo quando minhas retinas tão fatigadas estão sob óculos escuros. Você pode me ver folheando um livro, esperando pela pessoa da minha vida que nunca vêm dialogar sobre meu escritor favorito. Também posso estar sentado em um café, no meu terceiro expresso, com o cinzeiro já lotado. Ou tomando um iced tea em algum quiosque de parque público, a observar os transeuntes geração saúde. Posso até estar numa praça de alimentação lotada de teens graciosamente insuportáveis, devorando aos poucos seu Cheddar McMelt. E aí Egnon, você não tem amigos, namoradas? Claro que tenho - quanto às namoradas... Aff. Saio com várias pessoas, mas não consigo me fixar a ninguém. Até mês passado. Meu instinto de Werther já prevê o drama que uma entrega poderia causar. Mas o namorado se tornou uma pessoa que não se sente incomodada com os meus minutos de silêncio - alguém que, não só sabe respeitar e aceitar minha aparente quietude, mas que se complementa nesse clima outonal e me aquece. Alguém que gosta de uma pessoa melancólica.

Florais e mais de três anos de terapia pareceram me bastar. Mas se isso não for o bastante, se nem meus amigos já me tiram da fossa, eu ainda tenho meus gatos pra me consolar.

domingo, 31 de maio de 2009


Hoje vai começar A Fazenda e eu to cagando pra isso.
Quero muito que alguem ache um cogumelão lá e seja o BAFO do ano.

Beijos, minha alma gêmea ficou brava comigo pq eu disse isso.

Vou receber meu castigo.

domingo, 17 de maio de 2009

começou tudo de volta

sim, eu estou CHATO E RECLAMANDO. estou me sentindo MAL E DEPRIMIDO. POSSO? NO MEU PESSOAL E INTRANSFERÍVEL WEBLOG? AH, POSSO. QUEM SE INCOMODAR PODE RECLAMAR DEPOIS.

Grato;

quarta-feira, 29 de abril de 2009

cacilds

meu deus eu sou o mussum.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Depressão mode: ON

Hoje eu acordei com medo, me sentindo uma criança, acho que com vontade de ser criança e poder correr para o colo de minha mãe. Hoje eu acordei com vontade de ouvir JJ72 gritando. Bom, mas hoje eu ACORDEI; acordei para realidade triste que é viver neste universo tão cheio de luz e cor, mas que insistimos em sair todos de cinza à rua. Hoje eu despertei para o lado triste do mundo e percebi que bem próximo de mim há crianças com fome, pessoas sem lar, vidas sem sentido. Hoje eu saí do sono e acordei pra todos os meus sentidos e isso fez eu olhar no espelho e não gostar do que vi, creio que a velhice chegou enquanto eu dormia, não estou apenas falando da velhice física, mas da velhice da alma e do espírito. Sou fraco e não sei viver só, preciso estar dormindo ou no colo de mamãe para estar em paz. As vezes penso que a constante busca do homem pela mulher perfeita nada mais é do que um caso psíquico de amor a mãe, mais precisamente ao sentir-se cuidado e protegido em um sono profundo. O triste de constatar tudo isto é que ao invés de que querer mudar o mundo eu quero é voltar a dormir!
Um dia desses, num desses encontros casuais, talvez eu diga, meu amigo, prazer em vê-lo; até mais... Ok, já sei eu sou o maior plagiador das composições alheias, mas que posso fazer, estou desperto e quando a gente está assim, na minha geração tem que escutar músicas (eu disse música não funk, não eletronica, não forró, etc); até o final do texto escutarei JJ72 em um quarto escuro, sozinho, fumando um cigarro, um Johnny Walker (talvez Juan el caminador – se for de origem paraguaia) e aí... estou a dois passos do paraíso e outros dois da janela, mas eu tenho fé que não vou saltar.
A vida é feita de escolhas e pra cada escolha uma renuncia, eu quero meus sonhos de quando eu estava dormindo, não quero ser esse cara “normal” que de normal só tem a definição social do termo, porque o normal vai ao trabalho cansado de casa e volta pra casa cansado do trabalho, eu não quero isto pra mim eu quero ser o Lulu Santos “...quando um certo alguém cruzou o seu caminho e mudou a direção...” eu quero mudar de direção eu já não me suporto mais dentro desta casca. Outro dia refletia sobre minha solidão e me lembrei de uma célebre frase: - sou solteiro por opção... Mas hoje eu sou solteiro por opção nem minha e nem de ninguem e sim do fato de ter sono, eu quero dormir, mas para manter uma relação você tem que estar acordado e eu já não sirvo pra ser zumbi.
Que os governantes perdoem minha ignorância mas não consigo entender que tão perto de mim tem pessoas que morrem de fome enquanto discutimos se vamos ao mercado ou pro bar mais próximo. Eu uso um tênis feito por mão de obra infantil e antes que você me critique você também deve usar e nem deve saber disto, mas o mais triste não é que não sabemos destas coisas e sim que escolhemos não saber, afinal estamos todos dormindo mesmo. Fico triste porque sei que já não posso voltar ao ventre de minha mãe, não posso viver de sonhos, que um relacionamento não se alimenta de amor e, o pior de tudo, porque eu to com insônia e não tenho comprimidos comigo!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Casa nova, vida nova.

Todo o começo é complicado, o primeiro mês, tudo é festa, tudo é maravilhoso, dinheiro sobrando. No segundo mês você começa a frustração de não conseguir um emprego e o dinheiro estar acabando e você cada dia saindo e se divertindo menos, mas o terceiro mês eu posso dizer que é a prova de fogo de todos que mudam de cidade e voltam a viver suas vidas. Sem emprego, sem dinheiro, sem baladas, só ficar em casa e se humilhando a um e a outro, mendigando um emprego qualquer não é fácil. Você começa a sentir falta da sua casa e a vida começa a ficar cada dia mais difícil. Mas eu posso dizer de experiência própria que depois dos 3 primeiros meses, em todos os casos, as coisas começam a se organizar e você começa a ter uma rotina não muito fácil, mas pelo menos você começa a ter uma melhora significativa e normalmente consegue algum emprego qualquer.

Eu consegui achar uma solução para o meu problema, comecei a me alimentar melhor, estou quase bom de alguns problemas de saúde, e resolvi deixar várias de coisas de lado sem abrir mão do que me faz bem.

Com a grana posso pagar o aluguel e planejar uma pequena viagem por mês até o dia de ir embora deste lugar. O trabalho muitas vezes é o menos cansativo. O que cansa mesmo são os deslocamentos, o frio constante e ser humilhado nas ruas pelas crianças e adolescentes todos os dias. É humilhante, é cansativo, mas é necessário para que eu possa crescer como ser humano e consiga realmente decidir o que quero.

Engraçado que o meu objetivo principal nesta viagem era ficar do lado da minha mãe para não deixar ela carregar uma cruz sozinha, e arrumar um emprego e estudar, agora já começo a rever meus conceitos e repensar minha vida, talvez este não seja o melhor caminho para mim, eu preciso pensar e decidir o que eu quero.

O importante de uma mudança rápida é como você consegue abrir a sua mente e desfazer as ilusões que você tinha com relação a muitas coisas, estudos, empregos, amigos, amores. Eu sinto que estou finalmente crescendo interiormente e me tornando um homem. Agora é um momento de refletir e decidir qual o próximo passo.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Mini-contos #01

Parte I - Quando o espelho não reflete.
Logo após alguns dias que você retornar de sua jornada e eu estiver me recuperando da minha, tenho certeza que eu vou olhar para trás e ver seu semblamte perdido entre milhares, em uma festa, em um bar, ou em uma esquina qualquer. E nossos olhares vão se cruzar. E em uma noite qualquer, ou até mesmo na mesma, um de nós dois vai pegar o telefone e fazer a ligação. A fatídica ligação. E quando o telefone tocar eu vou saber que é você, mas não vou saber se devo atender.
Não vou saber até estar amarrando o cadarço do All Star de couro branco no dia seguinte preparando os pés para uma boa caminhada, ou apenas uma curta caminhada onde o peso do corpo possa ser sentido, mas também possa ser esquecido.
- Esse não sou eu quem está se olhando no espelho - penso comigo antes de decidir se o fim do enclausuramento está prestes a acabar - esse não é o mesmo cara que há dois ou três anos olhava o negro dos próprios olhos e via beleza. A beleza se perde com o tempo, o que fica são as marcas do que foi vivido e deixado de viver durante o tempo, e então quando as cicatrizes refletem na sua íris você só pensa em achar o colírio certo para curá-las.
Os primeiros passos são os mais difíceis. Díficeis pois a concentração que a mente precisa para caminhar acaba sendo desviada pelos olhares tímidos que buscam desesperadamente por detalhes de uma fisionomia que você mal reconhece perante uma história baseada somente em imagens, somente em idealizações de futuros e imagens. Imagens. Imaginações. Inimagináveis.
- Você perceberia a tristeza se eu percebesse a alegria?
- Você se alegraria se a tristeza houvesse ido embora?
Assim deveria começar o diálogo.


Parte II - Quando não atender o telefone deixa de ser uma opção.
- E a faculdade, depois desse tempo todo fora?
- Eu não sei, é meio complicado.
- Nada foi muito complicado para você, eu digo, você sempre soube escolher os caminhos corretos.
- Não... Eu nunca soube.
- Eu estou trabalhando no momento, só para não parecer que as coisas estão muito diferentes depois de todo esse tempo.


Parte III - Quando você percebe que as coisas mudam tanto que chegam a ser sempre as mesmas.
Ele vai se atrasar. Ele sempre se atrasa - depois um tempo de convívio existem certas coisas que você se condiciona e deixa de esperar correções, é o que eu chamo de intimidade incômoda - Mas de repente ele está lá, tão pontual quanto uma pessoa que espera encontrar alguem novo entrando pela porta de um coffee shop ou até mesmo no bar mais underground que vocês possam se sentir a vontade. A sensação do primeiro toque de mãos como um aperto de dois desconhecidos é óbvia a todos ao redor mas a sensação de conhecer cada centímetro daquelas impressões e linhas cabem só a mim, ou a você. Pois o nós ainda está enjaulado em algum lugar do passado e vai ser lá onde ele vai ficar.
- Oi.
- Vou pegar um café.
- Vou pegar um cigarro.
Enquanto paro no balcão para pedir seu café e ver se meus Malrboros Vermelhos estão disponíveis consigo sentir a preocupação vindo da nossa mesa, não de você específicamente, mas da dúvida que fica no ar se essa seria a coisa certa a fazer.
- Quanto tempo faz?
- Seis? Sete meses já?
- E aquele olhar que vem de baixo para cima com um sorriso sem jeito aparece, querendo dizer que foram sete meses maravilhosos.
Eu não aguento ver esse sorriso de volta sem começar a sorrir. Eu preciso retribuir a troca de risadas e dizer:
- Eu não consigo acreditar que nós estamos sentados aqui, assim!
- É...
E o desconforto fica confortável. E as suas alegrias transformam-se nas minhas. E seus olhos cor de mel lavam meus olhos negros.


Parte IV - Quando certas palavras precisam ser ditas e olhares precisam ser trocados.
O suéter marrom e o óculos de grau são propositais, eu preciso parecer bem. Na realidade eu estou bem, só curando algumas cicatrizes, assim como suas calças de moletom sempre vão me dizer que você nunca deixou de ser a mesma pessoa.
- Lembra quando eu quis dizer que estava apaixonado por você dentro do carro, vendo aquele nascer do sol?
- Eu já estava apaixonado por você.
- Não você não estava.
- E você ainda está naquela de "rockstar" não é?
- Pobre de mim
- solto um sorriso de um adulto de 25 anos lembrando das suas prepotências de jovem rebelde - Não, não... - eu digo -
Mas nós tivemos bons momentos naquela época, não é? Nos nossos sonhos de rock'n'roll?
E eu sinto os olhares vindo de sua direção pra ver se ainda sobrou algo daquela pessoa que você conheceu.
- Naquela época você estava apaixonado por mim?
Você perguntou. Preciso pensar na resposta correta.
- Sim, eu estava. Eu não estava doente naquela época, eu não estava - Ainda era amor, não havia virado obssessão. E novamente o meu olhar fixou na mesa durante alguns segundos e decidiu levantar diretamente para o seu, com as sobrancelhas curvadas pedindo uma última tentativa de ver se você ainda conseguia enxergar a mesma pessoa que você enxergava quando nossos corações explodiam de felicidade.


Parte V - Quando se elogia sem haver necessidade.
- E esse cabelo moderno?
- Foi assim que você me conheceu.
- Eu gostava.
- Aposto que não.
- Claro que eu gostava, era diferente - realmente, eu percebia naquela época seus olhares de admiração pra toda aquela ousadia que eu ostentava. E que hoje já não passa de um desleixo.
- E você continua ótimo. Como sempre.


Parte VI - Quando os sinos realmente param de tocar.
- Eu me senti muito pior depois, eu não entendia nada. Eu queria telefonar, mas sempre me disseram que não seria uma boa idéia. Eu não sabia... Eu não sabia como você se sentia. Eu queria apenas que a gente... nos encontrasse de novo.
O abraço apertado não responde nada, só diz aquilo que ambos sempre soubemos: Tchau.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Prue diz, irritada:

- Eu vou salvar a minha mãe e essa é a única maneira. E para além disso, caso perca caso perca todas as minhas forças. Eu só quero avisar do que vai acontecer. Depois volto.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

147 heaven.

Sinto uma tristeza muito grande dentro de mim, por dois motivos por talvez estar perdendo dois grandes amores e por não ter culpa de perder. 
As vezes cometemos alguns erros no passado que somos obrigadOs a conviver com eles, mesmo que se passem anos e anos. É difícil amar alguém ainda mais quando sabemos que esse alguém não confia em você por um erro do passado, é difícil dizer como é ruim se sentir ignorado, é como se sentir excluído da vida de alguém que você tanto se dedica.
Amar alguém que não confia em você, é ter medo do amanha por não saber se algo vai acontecer que vai fazer com que a pessoa que ama va desconfiar de você.
Amar alguém que não confia em você é não ter segurança do amanha, pois mesmo você sendo correto você nunca vai saber se para vocês o amanha vai existir, porque alguém pode te prejudicar sem querer, mas a culpa sempre será sua.
Tenho medo de amanha não estar mais com vocês pois não sou seguro de quais serão suas atitudes, tenho medo de nunca mais estar com vocês, por vocês não acreditar que posso fazer parte disso, tenho medo de sofrer, pois meu sofrimento para vocês pode estar parecendo que é uma farsa e não é, tenho medo de não poder mais sonhar com vocês, tenho medo de não poder mais fazer planos, tenho medo do amor se acabar, tenho medo de perder vocês pelas suas inseguranças, e pelas minhas.
Tenho um desejo, não digo um desejo mais um sonho, de estar com vocês para sempre, sem desconfiança, amo vocês, nunca sofri tanto com medo de perder alguém, muitas coisas em nossa vida me fazem chorar , mais prefiro chorar do lado, do que chorar para esquecer, não sei se vocês tem idéia do meu amor por vocês a intensidade a capacidade e a vontade que ele tem ,ficar sem vocês é um fim sem começo, me faço de forte pois não errei com vocês, mas comigo mesmo.
Irmão de verdade são difícieis de encontrar, difícil dizer mas jamais pensei que iria encontrar vocês e jamais pensei que iria perdê-los, por algo que não foi culpa de ninguem. Destino? Chorei, sofri por algo, dói. Mas por vocês vale a pena chorar sofrer gritar e implorar pois nenhum sentimento neste mundo é comparado com o que sinto.
Paraíso.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Do que eu vou sentir falta.

De ver os mesmos rostos, todo dia, aqueles com que já estou muito acostumado, e dizer aqueles nomes e gírias que aprendi através do tempo. Das paredes, do local onde as coisas ficavam, ou não ficavam, da rotina de fazer sempre as mesmas coisas que acabavam virando em nunca fazer nada.
Das conversas divertidas que nunca acabavam, criativas, bobas, excêntricas, insanas e de sentar na cozinha tomar o café diaria seguido da alegria contante. E rindo. Sempre rindo.
Das piadas. De todas elas.
De não fazer a mínima questão de não conhecer muita gente.
De poder ir andando para o trabalho por um lugar lindo (mas que de vez em quando é muito ensolarado).
Do ritmo frenético de alguns dias e da calmaria de outros.
De jogar a chave pela janela quando alguem chegava.
De conhecer bandas, e músicas.
De passar as férias todas conversando com meus amigos.
Dos acessos de loucura (meus e dos outros).
De correr que nem louco pelos corredores da minha cabeça
Das visitas.
Do agito.
De ouvir o povo discutindo sobre as coisas a tarde toda (LOL).
Do sistema de transporte urbano.
Da politicagem patética.
Certo quem disse que é dos sorrisos que temos de lembrar. E eu vou sentir falta deles, de muitos deles, todos particulares.
Mas tem uma coisa que não vou sentir falta: dos amigos, porque todos eles continuam, sempre comigo, não importa onde eu esteja! Mesmo que não os veja mais tanto quanto me acostumei, não importa! Nunca vou esquecer o carinho, as horas passadas, os sorrisos!
Foi um prazer gastar um ano com vocês! Obrigado por tudo que me ensinaram!
Boa sorte à todos independentemente da escolha que fizerem. Nunca se esqueçam de mim! Eu nunca vou me esquecer de vocês! ;)
Incrível como todos estamos destinados a perder aqueles que a gente ama; de que outra maneira conseguiríamos entender o quão importante elas são para nós?

Tonight: Franz Ferdinand

Pouco antes de ser lançado, Tonight: Franz Ferdinand, terceiro álbum da banda escocesa liderada por Alex Kapranos, já pode ser ouvido na página do Franz Ferdinand no MySpace - confira.

A data oficial de lançamento nos Estados Unidos é 27 de janeiro. Tonight: Franz Ferdinand foi produzido por Dan Carey (CSS, Fatboy Slim) e sucede You Could Have It So Much Better, é de 2005.

Fonte: (o)melete


quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Because you Left.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Sexta Feira, 13


Essa lazarenta me perseguem, eu sei. Mas não adianta eu tentar me esconder, pra qualquer lado que eu olho eu escuto a musiquinha do Jason e Ana Hickman vem me encontrar com cara de quem vai me matar. Ande com medo de sair na rua; padaria; supermercado não rola, Uma vez vi ela no meio do queijo. 
Hoje ela pareceu até no meu Orkut disfaçada de publicidade! Tenho medo de começar a ter pesadelos.
Preciso de ajuda, só pode ser obsessão. Será que estou vendo coisa ou o rosto dessa moça está mesmo em todos os lugares. Juro que não sou eu que a procuro, ela é que surge em todo lugar. Ela está nas revistas que leio, nos jornais que folheio, aparece na TV o tempo inteiro e até em anúncios de todo os lugares, só para me assustar.

Desconfio que meu medo já virou fobia. Será que existe alguma terapia que possa me ajudar?

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Mina morreu de gole.

Nem pra ter uma overdose de algo pesado, o que ocorre com a juventude dos dias de hoje que
resolveram que beber até morrer aos 16 ou 17 anos é legal. By the way, beber até a morte é um
ótimo jargão!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Tchau, Brasil!

FUI!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O trabalho engrandece o homem.

Isso vêm se tornado a maior constante da minha vida. A necessidade se tornou confiança. Isso não tá certo. Não tá certo porque tá legal.

O peso dos 25 está chegando.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Oi.

O computador é meu e eu escuto a porra da música que eu quiser e fico aqui sentado nele o quanto eu quiser pq o computador é meu e por ele ser meu eu faço O QUE EU QUISER E NÃO QUISER.

ufa!

domingo, 9 de novembro de 2008

Babies


Essa semana eu fiz o download do primeiro EP da banda Babies, intitulado "8".

Sinceridade? Não esperava tanto empenho e criatividade , mas eses 4 rapazes me surpreenderam de uma forma a qual me deixou estático perante os fones de ouvido.

Sempre deixando suas influência explícitas como Radiohead, Sigur Rós, Muse... Sempre com letras que falam do amor ímpeto e sentimentos, eles conseguiram fazer o que particularmente eu sempre quis escutar em uma banda brasileira, e a única coisa que eu desejo agora é sucesso.

Lembrando que tem show dia 28 no Jokers.

Até 21hrs - 0 dinheiros
após - 10 dinheiros

escute em www.myspace.com/bandababies


terça-feira, 4 de novembro de 2008

Election Day






sexta-feira, 31 de outubro de 2008

ULTIMO CAPITULO - O QUE LORETTA DISSE.

- O que tem feito ultimamente?
- Nada.
- Nada é muito triste, garoto. Pense nisso.

E eu pensei.

Welcome to Egnonland

Eis então, que era um pequeno, embora volumoso garotinho.
De repente, não! Não mais que de repente ele lança pesudópodos e engolfa esse pequeno planeta Terra.
Reino vegetal. Flora pride?
Não. Animal. Macaco. Humano. Agora Homo sapiens sapiens.
Quirodáctilo I em posição obliqua. Encéfalo oriundo da ectoderme. Mesencéfalo. Telencéfalo. Mas? Por que então às vezes acéfalo?

E no meio do art noveau abrem-se as portas do Império. Egnonlândia. De ducado à condado, à reino à nação. À capitania hereditária de mim mesmo!
Ou vc também quer ser um locatário de oculta terra roxa e verde?
no meu mundo imaginário. sou eu Algávarez Fonseca?

Só há um modo de adentrar no confinado espaço de meu crânio. e não adianta pedir pra vir.
Que eu não vou deixar.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Cold Contagious

Eu lembro que a professora do Charlie Brown ensinou todo mundo a falar woh woh woh woh woh woh. Não dá pra andar na rua sem música porque sempre vai ter uma conversinha que invade a sua vida. é terrível. conheci muita gente legal, vi amigos de quem eu morria de saudade em Ponta Grossa e fiz outros que pareciam já ser amigos desde o primeiro segundo, mas quero mesmo é voltar pra dentro da minha casinha, velar meus objetos que morreram na minha ausência (ainda não entendi como) e ficar com o Desmond e ouvir UM MILHÃO DE MÚSICAS BOAS que eu gosto e terminar de ler meu livro novo e fazer piadas com hoje não e toda aquela coisa tão legal que é a vida dentro de casa com delivery.

Hesito antes de escrever nesta merda. A partir do momento que esperam que você faça algo, tudo empedra e o tesão se esvai. É uma pena. Mas é assim mesmo.

woh woh woh woh woh woh.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Falta do que fazer - Part II


E por hoje é só, pessoal.

Falta do que fazer.

Acho que vo entrar para o mercado de cartazes de filmes.

Aguardem: sentados.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Bond 22

Saiu o vídeo da música gravada por Jack White e Alicia Keys para a trilha sonora de 007 Quantum of Solace, 22º filme da série e 2º interpretado por Daniel Craig. 



Eis a sinopse oficial:

“Quantum of Solace dá continuidade as excitantes aventuras de James Bond (Daniel Craig) mostradas em Cassino Royale. Após ter sido traído por Vesper, a mulher que amava, o agente 007 luta contra a vontade de transformar sua próxima missão em um assunto pessoal. 

Prosseguindo com grande determinação para descobrir a verdade, Bond e M (Judi Dench) interrogam o Mr White (Jesper Christensen), que revela que a organização que chantageou Vesper é bem mais complexa e perigosa do que alguém poderia imaginar. Especialistas ligam um traidor da MI6 à uma conta bancária no Haiti, onde um caso de identidade trocada apresenta ao Bond a bela, mas arisca (arisca é pacabá!) Camille (Olga Kurylenko), uma mulher que tem a sua própria vingança para cumprir. 

Camille leva Bond direto à Dominic Greene (Mathieu Amalric), um empresário impiedoso e também grande força dentro da misteriosa organização. Numa missão que o leva para a Áustria, Itália e América do Sul, Bond descobre que Greene, conspirando para tomar poder sob um dos mais importantes recursos naturais do mundo, está fechando um acordo com o exilado General Medrano (Joaquin Cosio). Usando seus asseclas dentro da organização, e manipulando seus poderosos contatos dentro da CIA e do governo britânico, Green promete acabar com o regime atual de um país da América Latina, dando o poder do lugar para o General, em troca de um pedaço aparentemente insignificante de terra. 

Num campo minado de mentiras, assassinato e traição, Bond se alia a velhos amigos na batalha para desvendar a verdade. Conforme vai chegando mais perto do responsável pela traição de Vesper, 007 deve ficar um passo à frente da CIA, dos terroristas e até mesmo da M, para acabar com o plano sinistro de Greene e parar a sua organização.” 

Tipo, legal. Mas os caras praticamente contaram o filme na sinopse. Você sabe que o Bond vai traçar a gostosa, explodir uma galera, fazer coisas fantásticas que eu e você provavelmente não conseguiríamos fazer e sai de boa no final. 

Ainda bem que, por ser um filme do 007, isso não importa. O que importa são as gostosas, galera explodindo e o cara fazendo coisas fantásticas que eu e você provavelmente não conseguiríamos fazer e sair numa boa no final. 

Só uma questão. Nos filmes antigos do James Bond, eu me lembro de uma organização do mal, que se não me falha a memória, se chamava S.P.E.C.T.R.E. Seria a organização mencionada na sinopse um embrião dessa outra? 

Saberemos quando o filme estrear, em 07 de Novembro.

sábado, 25 de outubro de 2008

South Park - 12ª Temporada - Episódio 10

Pandemic
Data de exibição: 22/10/2008
Os garotos encontraram uma maneira de ganhar dinheiro as custas de uma crise internacional que requer pouco esforço e nenhum talento. Cartman convence os outros a convidar Craig para se juntar no seu último plano. Ele sabe que somente Craig tem o que ele precisa para fazer seu sonho se tornar realidade.

Tamanho: 80 MB
Duração: 21:44 minutos
Formato: Avi
Resolução: 512 x 384
Legenda já embutida no vídeo

Servidor: Megaupload

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Toca aqui, tartaruga!!!!

High Five!

Frase do Dia.


"O importante é tirar da erva ou do tráfico a culpa, e pôr ela em quem faz uso errado ou inoportuno do que foi feito por Deus 'para nos servir de mantimento'".

Maconha foi feita pra quem tá de folga, sem compromisso nenhum e pode se dar um luxo de acender um baseado as dez da manhã.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Super Manual Indie Para Escolher Filmes


Ouvi e li muita gente comentando que viu filmes que não gostou, que não vai a retrospectivas por esse ou aquele motivo, que filme de samurai é melhor que filme de amigas... Enfim, é claro que o maior problema do Indie é: como decidir entre 165 filmes independentes qual é aquele que vai me agradar mais?

Felizmente para todos nós, eu não sei ler mentes, e não posso dizer a ninguém exatamente qual filme vai agradar. Mas podemos seguir algumas pistas para evitar problemas.

- Se você não gosta de desertos, não veja filmes iranianos.
- É impossível prever um filme só pelo título.
- Documentários podem ser mais intensos do que ficção.
- Nem todo filme de samurai tem sangue e tripas voando.
- É mais difícil fotografar em preto-e-branco do que em cores.
- Documentários musicais são feitos por fãs de música, não por fãs de cinema.
- O Japão é um lugar muito estranho.
- Mais vale 1 grama de imaginação do que 1 tonelada de experiência.
- Nem todo filme que tem sexo é erótico / Nem todo filme erótico tem sexo.
- É melhor um filme bem enquadrado em VHS do que mal filmado em 35mm.
- Animação não é assunto para criança.

É, acho que confundi mais do que expliquei. Deixa pra lá.

My love is real, as real as the flowers you smoke to get high.

Se dar conta de que tudo e todos aqueles que você dedicou tanto carinho, simplesmente viraram as costas para você arrebenta o coração desse rapaz caucasiano, de estatura média/alta e coração enfraquecido.

Então há algumas semanas algo que eu não esperava aconteceu, alguem que eu não esperava aconteceu. e vem acontecendo. A príncipio acontecia aqui fora mas agora que está aqui dentro eu me vejo em um beco sem saída, pois a única pessoa com quem eu sinto vontade e conforto para falar sobre isso está se esforçando ao máximo (ou não) para não me deixar ficar próximo. Era sobre esse tipo de amor que nós conversamos, era essa idéia de distância que nós concordamos? 

Esse apartamento me deixa confuso a cada dia que passa, não é mais minha casa, não são mais meus amigos, e no desespero eu acabo tendo que percorrer mais de 100km para encontrar algum rosto familiar onde eu possa apenas olhar, apenas sorrir daquele jeito desajeitado que diz que uma lágrima vai cair.

O problema é que 100km não são suficientes.
Quantos mais eu vou ter que andar para que algum de vocês me dê um abraço?

terça-feira, 21 de outubro de 2008

ME-DO

hesito antes de escrever nesta merda aqui porque acabou o tesão. a partir do momento que esperam que você faça algo, tudo empedra e o tesão se esvai. é uma pena. mas é assim mesmo. 

woh woh woh woh woh woh.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

...


Né?

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

E quando eu vi, eu não havia dormido.

Uma noite longa e completa. Completa de acontecimentos muito bizarros. Ainda bem que amanhã eu vou poder encostar minha cabeça e descansar onde eu quero.

domingo, 15 de junho de 2008

"Na Natureza Selvagem" (Into The Wild)


O ator Sean Penn não está estreando como diretor em "Na Natureza Selvagem" (é seu quarto longa de ficção) mas há alguma coisa muito atraente e jovem que o faz parecer um filme de estreante, no bom sentido do termo. Uma jovialidade quase inocente ou uma permissividade ingênua que em pensamentos seria... "eu posso me mostrar com aquilo que gostaria de ser lembrado" ou, ainda, "eu posso me esbaldar naquilo que minha cultura pode espelhar de mais sensível, sentimental e verdadeiro". "Into the Wild" evoca o tempo todo, em seus longos 148 minutos de duração, os tópicos: liberdade, sociedade, natureza, verdade, sentimento, moral, solidão, e este mix de tudo é um mergulho numa utopia pós-hippie, que nem seus tios mais velhos acreditariam mais.

Falando assim parece que o filme é superficial, mas aí é que está. É esta força pós-utópica de Christopher McCandless (personagem real que o escritor e alpinista Jon Krakauer se baseou para escrever o livro, um best-seller no Estados Unidos, de mesmo nome roteirizado por Sean Penn) que faz com que o filme tenha uma empatia insuportavelmente compartilhada por todos - quem nunca pensou em abandonar tudo e partir em busca de uma liberdade grau zero?

A história, que se passa entre o final da década de 80 e início dos anos 90, é real: depois de sua formatura aos 22 anos Chris (Emile Hirsch) doa sua poupança, abandona sua família, seu carro, destrói sua identidade, seus cartões de crédito e seguridade, queima o que lhe sobra de dinheiro e parte em busca daquilo que considera sua liberdade. Sem dinheiro, viaja por dois anos pelos lugares mais belos e inóspitos, trabalha daqui e dali, conhece pessoas que se afeiçoam a ele, e parte para um plano audacioso: ir para o Alaska onde pretende viver em meio a natureza por sua conta e risco.

O que impressiona em Chris é sua determinação, força física e disposição para estar sozinho, sem vínculos, sem cronogramas. Sua rebeldia não está apenas na vontade de trilhar um caminho menos convencional ou em se negar a obedecer os parâmetros da tal "american society", mas na entrega ao acaso, na total falta de estrutura para viver a aventura de sua vida. Ao se negar a planejar seu caminho, ele deixa de ser um aventureiro do tipo esportista, atlético e bem programado dos dias de hoje, que corre maratona cercado de água e gatorade ou que escala montanhas guiados por GPS. Chris não tem gadgets, nem mapas, se cerca de livros (literatura e filosofia, alguma coisa sobre plantas), conselhos sobre caça, não tem rádio, nem como se comunicar, é um simples andarilho num corpo bom fisicamente. E com este espírito aventureiro (um termo tão anos 70) que ele parte para o Alaska.

É fácil ver como Sean Penn se encantou com a história de Krakauer & Chris, ele mesmo um ator "quase" outsider/rebelde, que sempre demonstrou ares de insatisfação com o star system. Este filme é sem dúvida seu alter-ego. O roteiro, os letterings, a fotografia, a música, a narração em off da irmã de Chris (uma voz doce e sentimental que conta a história) - o filme se faz tão genuinamente americano! A escolha de Eddie Vedder (Pearl Jam) para a trilha é perfeita, porque em certos momentos é isto: música e imagens, belas imagens, uma câmera nada modesta que explora todas as possibilidades visuais do país. Acompanha Chris, seus gestos, seu olhar, seu cabelo, sua alegria, tão de perto, num tom às vezes quase documental, o que torna em certo momento, o seu olhar e a piscadela para câmera, um gesto praticamente natural. Ok, sabemos que é um filme de ficção. Chore, sem culpa, não há como escapar deste sentimentalismo!

A América já sonhou com um mundo assim no qual o dinheiro não seria o centro da vida, um país idílico, numa fantasia idem. Onde os pais seriam os representantes de um mundo velho, arraigado ao poder e a mentira vã do dinheiro; e os filhos seriam este futuro da potência sentimental, do encontro do homem com seu verdadeiro estado natural, andante, sem vínculos, ludens. Mas sabemos que a divisão que se faz hoje em dia não é tão romântica e que esta mesma sociedade chama a tudo que não acolhe de freak! Christopher McCandless não é um freak porque sabe que sua experiência será compartilhada, ao escrever sobre ela e dizer: "sou um viajante estético cuja casa é a estrada." Quando enfim conclui que o melhor da liberdade é que ela seja compartilhada... assim como as escolhas estéticas de Sean. (pegou o tracadilho?).

quinta-feira, 12 de junho de 2008

o dia dos namorados chegou e cadê meu presente? tá no teu cu seu filho da puta.
cadê a chama da paixão? tá acendendo algum baseado numa rua suja com a maquiagem borrada pelo ultimo cara que ela atendeu.
essa vagabunda.

ok, então eu nem tenho motivos para estar tão indignado com a data corrente. nunca me importei na realidade. e com certeza pode-se contar nos dedos de uma mão as vezes que eu mexi minha bunda branca e magra pra tentar agradar alguem nesse dia.

tenho dito.

indignado ou encalhado?